terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Meus 2 dias em Praga

Ficamos em Praga entre os dias 8 e 9 de Novembro de 2014, ou seja, era outono (com clima nível inverno no sul do Brasil: 3ºC a 8ºC). Apesar do frio, tivemos sorte que não choveu, então foi bem tranquilo para "turistar" e fazer quase tudo a pé mesmo.

Antes de mais nada, pra quem não conhece Praga é importante entender como funciona a cidade: o rio Vltava (o mais extenso do país e onde fica a famosa Ponte Charles ou Carlos) corta a cidade, e de um lado fica a região do Castelo de Praga conhecida por Cidade do Castelo, e também a Cidade Pequena, que é um distrito histórico que fica o Mirante Petrin e outros pontos de interesse. Do outro lado do rio, fica a Cidade velha, com a praça do bairro velho onde fica a torre do Relógio Astronômico.

Dia 1 - Cidade Velha

Chegamos em Praga de Ônibus vindo da Alemanha e nossa chega foi, digamos assim, um pouco tumultuada. Acho que levamos mais de 1h para conseguir sair da estação porque ninguém falava muito bem inglês (nem nós, nem eles hehe) e no fim acabamos indo pro hostel a pé após conseguir informação numa loja para turistas, que aí sim o rapaz falava inglês e foi muito simpático nos explicando o trajeto num mapa da loja. 


 Ao menos a viagem foi bem confortável sentando na frente do ônibus e com paisagens maravilhosas!

Chegamos no hostel por volta das 14h, deixamos nossas coisas, trocamos de roupa e compramos um bilhete de 24h para os bondes numa lojinha em frente a parada próxima ao hostel mesmo, onde pegamos um bonde em direção à Cidade Velha. Lá começamos a andar pelas praças, apreciar o movimento daquela tarde de Sábado, que era intenso, até chegar na praça principal, onde fica a torre do Relógio Astronômico. 

 
Praça do bairro velho

 
Fim de tarde em frente ao Relógio Astronômico

As principais regiões turísticas da cidade são cheias desses cafés/bares/restaurantes meio fechados e meio abertos, em função do frio. Uma graça! 

 
Tigrão na torre do Relógio Astronômico heheh :)

Ali tinham várias barraquinhas com alguns tipos de comidas típicas, e como não tínhamos comido nada de "sustância" o dia todo (eu tava a base de Caseína e bolacha de aveia das 6h da manhã até as então 16h da tarde mais ou menos) pedimos um "negócio" de batata com bacon (que o cara jurou que não tinha nada com leite, mas tinha queijo - intolerantes a lactose me entenderão) e vinho quente (bem parecido com nosso quentão). Não estava ruim, mas foi caríssimo! Na placa marcava um preço, mas depois descobrimos que era por peso e era o cara que te servia, então deu um montão (uns R$20,00 esse pratinho com o vinho quente). 

 


Comendo, tirando fotos e apreciando o movimento da praça, quando vimos já estava anoitecendo - e a noite ali é lindo!


Mais umas fotinhos, e depois fomos pro Prague Beer Museum, que é um bar famoso por ter uma carta enorme de cervejas Tchecas e por ter a opção de degustação, que você pode pedir 5 ou 10 tipos de cervejas diferentes que vem em doses menores. Os copos "normais" são de 300ml ou 500ml. O ambiente é bem bacana e as opção são realmente inúmeras, tem cerveja até de chocolate! hahah


Pra quem gosta de provar novas cervejas, este é o lugar!

Saindo do bar, em direção a parada do bonde onde iríamos pegar um para voltar ao hostel, paramos em outra barraquinha para comer um Trdelník, um pão oco feito na churrasqueira em barraquinhas pela cidade (se encontra tanto em Praga quando em Budapeste). É uma delícia, crocante por fora e macio por dentro, açucarado e você ainda pode pedir com Nutella se quiser! 
Quando paramos em frente à barraca a mulher veio nos avisar que iria demorar uns 15 minutos para ficar pronto mas resolvemos esperar, e assim pudemos assistir todo o processo de preparação do nosso pãozinho e ainda conversar um pouco com a mulher que era super divertida heheh. 

 
Nosso Trdelník ainda cru

 
E já mais assadinho hehe

 
Prontinho *.*



 
Preço único e em coroa tcheca e euro. Além disso alérgicos e intolerantes agradecem: ingredientes escritos numa placa em letras claras e visíveis!


 
E encerramos a noite comendo nosso Trdelník com a vista da praça assim, já toda linda e iluminada pro Natal! :) 

Dia 2 - Cidade do Castelo e Cidade Pequena

Acordamos cedinho, pois sabendo que escurecia cedo, queríamos aproveitar o máximo de tempo de sol. Pegamos um bonde para a cidade do Castelo. Nossa intenção era ir até o Monte Petrín mas não achamos direito o caminho e olhando parecia tãão longe que só caminhamos pela região e tiramos fotos do bairro enquanto íamos em direção ao castelo. 






 
 Tá vendo o castelo lá?






Se no caminho a cidade parecia bastante vazia (era domingo, mas não víamos nem sinal de turistas) quando chegamos no castelo a coisa mudou: turistas e mais turistas para todos os lados! Mas também tinha muitos pontos com vistas maravilhosas da cidade (com destaque pra do Starbucks) e artistas plásticos e músicos ajudavam a compor aquele ambiente incrível. 




 
E o Monte Petrín a gente viu só assim: de longe mesmo!

 
Não existe Starbucks mal localizado, mas acho que esse ganhou de todos que já vi!

 
Movimentação grande de turistas em frente ao castelo logo cedo.

O castelo é considerado o maior do mundo, e não é pra menos, dentro dele tem vários jardins e até uma igreja - e uma das maiores que já vi! A catedral de St. Vitus. Bom, como não fizemos nenhum tipo de visita guiada, não sei falar muito sobre ele, mas achei esse blog que explica muito bem sua história e dicas do que encontrar lá: Revista de Viagem
Seguem algumas fotos no interior do castelo - sim, eu disse interior! :x





Às 12h ocorre a famosa troca da guarda, e queríamos assistir, porém como ainda eram 11h e estávamos congelando resolvemos tomar alguma coisa no Starbucks para esperar a hora. O que não imaginávamos é que ia encher taanto de turistas que íamos ter que assistir pelo visor dos celulares e câmeras dos turistas maiores heheh. Mas foi uma experiência bacana, recomendo (até porque não paga nada! heheh). 


 
Meu chá verde no Starbucks do Castelo de Praga



Turistas aglomerados pra assistir a troca da guarda.

De lá caminhamos em direção à ponte Charles, procurando um lugar para almoçar no caminho. Depois de algumas "pegadinhas" como sentar em um restaurante que na placa tinha um preço e no cardápio outro, e sair de lá depois de só tomar uma água, achamos um lugar ótimo. O U Malého Glena, um bar e restaurante com ótima localização, preços justos e atendimento excelente. Eu queria provar um prato típico, e perguntei para a moça que nos atendeu qual prato não levava leite ou queijo, em função da minha intolerância a lactose, e ela muito gentilmente foi até a cozinha e voltou com duas sugestões, que infelizmente não estavam na parte dos pratos típicos, mas eram os pratos que seguramente estavam livres de leite. Optei por frango grelhado com vegetais e batatas, e estava muito gostoso! O prato mais a cerveja custaram certa de R$16,00. O menu completo você pode ver no site deles.




 Saindo dali já estávamos super perto da ponte Charles, mas antes queríamos ver o muro do Lennon. Caminhamos um pouco pelo bairro até encontrar o famoso muro, onde lógico, novamente haviam alguns turistas e um músico tocando só músicas dos Beatles. 




Depois disso, em alguns minutos estávamos na Ponte Charles ou Carlos, como preferirem. Outro ponto com muuuito turistas e artistas de todos os tipos: caracturistas, pintores, músicos, etc. Outro ambiente muito bacana e descontraído. 

 
A ponte ao fundo. 
 
E agora de cima dela! A foto anterior foi batida próxima onde está aquele barco. E reparem nos pássaros voando: havia uma criança jogando migalhas de pão para o alto para atraí-los/agitá-los hehe. 


 
Música e mais música por toda a cidade! :D

Do outro lado da ponte, caminhamos mais um pouco e depois fomos em direção ao café do Louvre, nosso último "ponto" de referência no roteiro. O café existe desde 1902, e descobri ele através do blog Um Viajante, e concordei completamente com as palavras do autor quando diz que é daqueles lugares que você pensa que vai deixar todo seu dinheiro ali, mas se engana (pra melhor). Apesar de termos tido alguns problemas de comunicação com a atendente, que por sinal não parecia estar de muito bom humor aquele dia, ainda assim recomendo o lugar pelo ambiente em si, comida e história que proporciona. Além disso são muitos funcionários, e tenho muita pena de desmoralizar um local como esse em função de uma só. Enfim, comi um Strudel de maçã com chantilly que vem com uma calda de baunilha separada para você mesmo jogar sobre o prato. Simplesmente divino! Para acompanhar pedi um milkshake de chocolate que estava bem ok, nada de mais. O Strudel foi aproximadamente R$6,00 e o Milkshake cerca de R$5,20. Bem acessível não? Todo o menu com preços você vê no próprio site. E eles tem restaurante com pratos salgados também.

Obs: lógico que você encontra as mesmas comidas/bebidas por preços mais acessíveis em outros lugares, mas algumas vezes sou a favor de se pagar um pouco mais pra vivenciar novas experiências em termos de gastronomia e história. ;)








De barriga cheia continuamos caminhando até a Cidade Velha, onde pegamos o bonde de volta ao hostel, para arrumar as coisas e tomarmos banho, já que no outro dia sairíamos super cedo para pegar o ônibus para Budapeste. Mais tarde fomos jantar no restaurante Spirit Bar, que fica ao lado do hostel e apesar de termos visto boas avaliações no Tripadvisor sobre o local antes mesmo da viagem, não havíamos colocado muita fé pela fachada do restaurante. Mas que grande surpresa tivemos! Comida maravilhosa, super bem servida, e preços extremamente atrativos! Finalmente realizei minha vontade de comer um prato típico: pedi o prato oferta da semana que era "venision goulash with onion, served with carlsbad dumplings" mesmo sem ter a mínima ideia do que era isso. Fui botar no tradutor e descobri nesse exato minuto que era carne de veado! hahah. Um dos melhores pratos que já comi! Esse molho goulash é bem picante, uma delícia! Custou cerca de R$15,00. Como boa formiga que sou, pedi também a sobremesa: panquecas de chocolate com chantilly. E pra acompanhar tudo isso, lógico: cerveja tcheca! R$1,50 o canecão 1/2L minha gente! 

 


 O restaurante não fica me nenhuma zona turística, mas é bem fácil de chegar usando o transporte público. Então se for em Praga anote este nome, e seja feliz!


Espero que tenha conseguido passar um pouquinho da minha experiência nessa cidade incrível pra vocês! Obs: Da próxima vez quero voltar no verão! hahah :)

domingo, 2 de novembro de 2014

2 DIAS EM AMSTERDAM



Primeira coisa a se ter em mente: 2 dias em Amsterdam é suficiente? Resposta: sim e não. 
Amsterdam é fascinante, você pode sim, ir em 2 dias e conhecer os principais pontos turísticos, mas não vai só ficar com um gostinho de quero mais, e sim com o desejo todo! Assim como a maioria das cidades, 2 dias está ok para "turistar", mas bem longe do ideal para poder provar mais pratos, caminhar por mais ruas, e até visitar mais pontos turísticos mesmo. De qualquer forma, era o que tínhamos, e aqui vou falar como organizamos esses 2 dias (e o que realmente aconteceu! heheh). 

DIA 1 (Domingo, 12 de Outubro de 2014)


Resumo do Roteiro:
8h Praça dos Museus - 9h Museu Van Gogh - 11h Albert Cuyp Market - 14h Heineken Experience - 17h Vondelpark - 20h Hard Rock Café

O que realmente aconteceu:

     Chegamos em Amsterdam um dia antes, a noite, e fomos direto para o Hostel dormir depois de horas e horas de atraso do nosso vôo. Como chegamos tarde não conseguimos acordar tão cedo como pretendíamos, tomamos café, e fomos pegar um trem para o museu do Van Gogh, pois tínhamos comprado ingresso com hora marcada para as 09h. Invertemos a ordem, e conhecemos a praça dos museus depois do Van Gogh (uma pena, pois o emblemático "I Amsterdam" já estava cheio de turistas, e mais cedo estava vazio, mas como tínhamos hora no Van Gogh não dava tempo de parar nem pra uma fotinho heheh. 

 Museu do Van Gogh



Praça dos Museus


     A grande construção atrás do "I Amsterdam" é o Rijksmuseum, também muito famoso, mas que não entramos por motivos financeiros (escolhemos por 3 atrações pagas: Museu Van Gogh, Heineken Experience e Casa da Anne Frank). Em frente tem um jardim lindo, com uma espécie de fonte de "águas dançantes" que se você tiver um pouco de coragem pode "entrar no meio" dela nos segundos em que ela der uma paradinha (o que faz a diversão de muitas crianças grandes e pequenas). É possível atravessar por dentro da construção (que por ter uma acústica excelente, atrai muitos músicos no local) e ver um pouco do museu através de paredes de vidro. Do outro lado você vai sair em um dos inúmeros canais da cidade.

Rijksmuseum por fora

Fonte no Jardim do Rijksmuseum



Um pouquinho do Rijksmuseum por dentro, através das paredes de vidro :)


Canal "nos fundos" do Rijksmuseum


     Depois de muitas (!) fotos, fomos caminhando em direção ao Albert Cuyp Market, onde nossa intenção era conhecer mais da cultura e gastronomia local, mas chegando lá, surpresa! Só as madeiras das barracas nos esperavam: fechado aos domingos. Lição aprendida: pra próxima viagem já estamos vendo os dias e horários de funcionamento de cada coisinha do nosso roteiro! hahaha. Acabamos almoçando num Mc Donalds que tinha na rua do mercado (eu sei, muito triste comer Mc Donalds em viagem, não me orgulho disso), e antecipando nossa ida a Heineken Experience, que fica a 5min caminhando dali.
   
    O Heineken Experience é uma experiência fantástica, tanto para quem gosta quanto para quem não gosta de cerveja ou da cerveja. 
     É possível dividir o trajeto em 3 ou 4 etapas: primeiro você conhece um pouco da história com vídeos bem interativos em telões e projeções, pinturas, medalhas, documentos, etc. Depois você entende um pouco do processo de fabricação da cerveja com a explicação de um funcionário que mostra e explica a importância de cada ingrediente também interagindo e solicitando a participação dos visitantes, vê os equipamentos de uma fábrica em tamanho real, e finaliza em um cinema 4D que tu sai se sentindo uma garrafa de cerveja. A terceira é uma parte mais interativa que conta com várias coisinhas que dá pra perder bastante tempo - se você quiser e tiver - como uma grande sala com telões passando comerciais da cerveja, jogos (tem até PlayStation 3 pra quem quiser jogar hahah), máquinas para bater fotos ou fazer vídeos e mandar pro e-mail de seus amigos na hora, etc. No final de tudo tem um bar onde você tem direito a pegar 2 copos da Heineken mais gelada, leve e saborosa que já tomei na vida (acreditem, é bem diferente da que compramos no Brasil) e também tem uma loja com vários souvenir da marca. Mas isso ainda conto como sendo da parte interativa. A 4ª etapa é o passeio de barco, que honestamente não sei se funciona todos os dias ou como é, mas no dia que fomos você podia fazer um passeio de barco sem pagar nada a mais por isso, e como estávamos com tempo no roteiro, não pensamos duas vezes!

Entrada do Heineken Experience


Entrada no museu

Festança na Idade Média (com Heineken, é claro!)


Explicação dos ingredientes e do processo de fabricação


O verdadeiro "green pub"


Eu e minhas duas melhores Heinekens da vida.


"Green boat" hahah


Barco da Heineken


     O passeio de barco é um tópico a parte, e se você não o fizer com o barco da Heineken, pode fazer pagando um passeio a parte ou como complemento em pacotes com outras atrações. O fato é que não dá pra falar de Amsterdam sem falar dos canais, que fazem parte da história e da vida da cidade. Eles são lindos, agradáveis e o passeio, incrível! Sem muito o que falar, só vivenciando para entender. 

Vista de dentro do Barco, próximo ao centro da cidade.
 

Dai você tem uma câmera a prova d'água e está num barco, o que você faz?
Enfia ela na água pra ver o que sai, é claro! 





E mais várias vistas durante o passeio.


Que tal morar dentro do canal?


    Voltando ao nosso ponto de partida (Heineken Experience), caminhamos em direção ao Vondelpark passando novamente pela praça dos museus no caminho, na tentativa frustrada de bater mais algumas fotos, mas dessa vez haviam ainda mais turistas. O Vondelpark é lindo, e apesar de não ter visto em nenhuma outra estação, acredito que ele estava ainda mais charmoso com os ares do outono. Muita gente fazendo esporte, piquenique, e sim, fumando maconha. Ainda assim o parque não perde seu encanto, sempre dá pra achar um lugar tranquilo para sentar e relaxar.

A clássica entrada do parque




 E cenas clássicas do parque!


Os encantos do outono


    Como programados, na saída do parque fomos no Hard Rock Café que fica bem em frente junto a outros bares/restaurantes e lojas de souvenirs numa espécie de "praça comercial" e como já estávamos um pouco cansadas caminhamos para o Hostel para tomar banho e tentar descansar um pouco antes de sair para jantar. Acabamos jantando num restaurante turco próximo ao hostel, cujas fotos você encontra aqui junto com a das outras comidas dessa viagem (exceto do Mc Donalds porque né...).

DIA 2 (Segunda-feira, 13 de Outubro de 2014). 

Resumo do roteiro: 
09h Casa de Anne Frank - 12h Almoço no Greenwoods - 14h Biblioteca Pública - 17h Moinho Brouwerij 't IJ - 20h Jantar.

O que realmente aconteceu: 

    Pela manhã seguimos à risca: como previsto pegamos bastante fila para entrar na Casa da Anne Frank, mas valeu cada minuto de espera. Para mim foi a "atração" mais envolvente que visitamos. E coloco "atração" entre aspas porque é delicado pensar que o sofrimento de tantas pessoas (não só da Anne, como de sua família, amigos, e de todos os milhões de judeus, homossexuais, comunistas, deficientes, etc.) hoje esteja representando em atrações turísticas como a Casa de Anne Frank e várias outras espalhadas pela Europa como o Memorial do Holocausto em Berlin, etc. De qualquer forma isso daria uma outra postagem mais filosófica ou qualquer coisa do gênero, ao momento vamos nos ater aos fatos da viagem!
    Como, justamente, não pode tirar fotos dentro da casa, essa é a prova de que fui (e os livros, revistas e postais que comprei). Digo justamente pelo motivo citado a cima: acredito que é o tipo de atração não para os turistas se distraírem batendo fotos (para isso você pode buscar na internet ou comprar materiais na livraria no final do museu), mas sim para imergirem numa reflexão sobre toda a história que se entra em contato através dos ambientes, frases, cartas, documentos, vídeos, depoimentos, etc.


    Após o almoço decidimos passar pela Dam Square onde fica o Museu da Madame Tussauds para bater algumas fotos no caminho para a Biblioteca, onde a intenção era observar Amsterdam do alto, já que havíamos lidos em muitos blogs que era uma das melhores vistas da cidade. No enquanto chegando na Dam Square nos deparamos com um "Carnival", uma espécie de quermesse com vários brinquedos desde os mais "radicais" até aqueles quiosques do tipo "acerte a bola no pato e ganhe um Minion", e várias barraquinhas com comidinhas deliciosamente tentadoras (que você pode ver no link já citado) e acabamos ficando por alí até anoitecer! Próximo a Dam Square também tem algumas ruas com várias lojas desde H&M's da vida, até um shopping de luxo só com grifes que definitivamente não são pro meu bolso! hahaha







      Fomos na roda gigante, e com isso nossa meta de ter uma vista legal da cidade pode-se dizer que foi, de certa forma, cumprida! 






    Infelizmente acabamos não indo no moinho também porque era mais afastado e o tempo estava tipo "chove-não chove", então optamos por ficar por ali mesmo. Em contrapartida a noite conhecemos um pouco da Red Light que também fica bem perto da Dam Square, mas não tenho fotos disso, porque apesar de só não ser permitido bater foto das meninas, fiquei com medo de bater foto até da rua hahah. 

    No outro dia caminhamos até a Centraal Station (estação central, também relativamente perto da Dam Square) e pegamos um trem pro aeroporto, onde precisamos dizer adeus a essa cidade que sem dúvida me marcou muito, e que algum dia quero voltar!

Se for à Amsterdam você não precisa falar Holandês, mas em algum momento vai precisar identificar alguma coisa em placas assim, acostume-se e pense que poderia ser pior, como Mandarim ou algo assim, por exemplo.

Centraal Station



Transporte público modelo